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Olá pessoal!

Preparem seus violões, aqueçam as gargantas, bebam um pouco de água, tomem fôlego...É hora de falar e cantar uma das músicas mais longas e famosas da banda Legião Urbana: Faroeste Caboclo!

A música foi composta em 1987 por Renato Russo, líder da banda Legião Urbana. A história fictícia conta a vida de João de Santo Cristo, um menino que desde pequeno sofreu com violência e discriminação.  Com desejo de mudança, sai de sua cidade natal para aventurar-se por outras regiões, sendo a principal delas Brasília.

Ele enfrenta as mais diversas situações, vira traficante, é preso, sofre com a violência, cria inimigos e descobre o amor nos braços de Maria Lúcia. Tudo estava indo bem, Santo Cristo apaixonado largou o crime e voltou a ser carpinteiro, porém Jeremias aparece para mudar todo o rumo da história.

E o amor de Santo Cristo transformou-se em ódio ao descobrir que, além de tentar tomar seu lugar no tráfico, Jeremias também casou e engravidou Maria Lúcia. O desfecho da história é com um duelo em praça pública, com apostas, televisão e Jeremias apunhalando pelas costas o João, que depois é considerado “Santo por saber morrer”.


A música, apesar de fictícia, representa a realidade de muitos brasileiros, que querem vencer, mas acabam perdidos no tráfico, na violência, sofrendo com discriminação e morrendo em situações de vulnerabilidade.

A canção foi lançada no álbum Que país é esse?  de 1987, tendo 168 versos e mais de 9 minutos de duração. A harmonia e ritmo são fáceis, porém a letra é extensa, exigindo um pouco de dedicação daqueles que desejam decorá-la.

E, mesmo com a longa duração, a música faz sucesso até os dias de hoje, sendo motivo de orgulho aos que sabem cantar toda a história de João de Santo Cristo sem esquecer ou confundir algum pedaço da letra.

O sucesso e a importância no mundo musical e na história são tão grandes que a música foi adaptada e virou filme com a direção de René Sampaio e roteiro de Paulo Lins. Artistas como Ísis Valverde, o ator já falecido Marcos Paulo e Felipe Abib fazem parte do elenco do filme que tem estreia prevista para dia 30 de maio deste ano.

Beijos e até a próxima coluna pessoal ;)




Há 50 anos nascia Quentin Tarantino um dos melhores diretores que o cinema nos forneceu, com seus filmes recheados de referencias, diálogos memoráveis e violência excessiva, Tarantino alcançou fama no começo dos anos 90.

Aos 22 anos escreveu seu primeiro roteiro, Captain Peachfuzz and the Anchovy Bandit. Em 1984 Tarantino começou a trabalhar como balconista na Video Archives, uma famosa locadora de filmes em Manhattan Beach; lá se tornou amigo de Roger Avary, um colega de trabalho com quem mais tarde viria a colaborar em Pulp Fiction. Ele continuou seus estudos em atuação na Allen Garfield's Actors' Shelter, em Beverly Hills, mas passou a se dedicar principalmente a escrever roteiros.

Seus primeiros roteiros vendidos,  Amor à Queima Roupa e  Assassinos por Natureza, tiraram-lhe do anonimato. Ele conheceu Lawrence Bender numa festa em Hollywood, e Bender incentivou Tarantino a dirigir um filme. O produto final dessa conversa foi  Cães de Aluguel, de 1992, um filme estiloso e violento, que definiu o tom de seus filmes seguintes.

 O script foi lido pelo diretor Monte Hell-man, que ajudou a levantar fundos junto à Live Entertainment, bem como garantir o lugar de Tarantino na direção do filme. Harvey Keitel ouviu falar do roteiro através de sua esposa, que foi colega de Lawrence Bender. Ele leu o roteiro e também contribuiu com investimentos, assumiu o papel de produtor executivo, e um personagem no filme.

Seguindo o sucesso de Cães De Aluguel, Tarantino foi abordado por Hollywood e recebeu propostas para dirigir vários projetos, incluindo Velocidade Máxima e  Homens de Preto. Em vez disso, ele se recolheu em Amsterdã para trabalhar em seu roteiro para Pulp Fiction.

Quando foi finalmente lançado, o filme ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1994. Pulp Fiction é um filme de roteiro complexo, com personagens verborrágicos, tendo a história dividida em atos e recheado de referências pop. Essas três características se tornaram a marca do criador desde então. O filme ficou conhecido pelas aclamadas atuações de seu elenco e, ainda, por ressuscitar a carreira de John Travolta. Pulp Fiction também rendeu a Tarantino e Avary  Oscar de melhor roteiro original, além da indicação na categoria de melhor filme.

O filme seguinte de Tarantino foi Jackie Brown (1997), uma adaptação de Rum Punch, um romance de seu mentor Elmore Leonard. Uma homenagem ao gênero blaxploitation, foi estrelado por Pam Grier, que trabalhou em diversos filmes do gênero nos anos 70. Tarantino decidiu, então, produzir o filme Bastardos Inglórios. No entanto, ele adiou o projeto para escrever e dirigir Kill Bill, lançado em duas partes, Vol. 1 e Vol. 2, um filme estiloso, com temática de vingança, filmado com a influência do Wuxia (filmes chineses de artes marciais), filmes japoneses, filmes de faroeste e filmes de terror italianos ou giallo. O filme é baseado numa personagem chamada A Noiva, que Tarantino criou juntamente com a atriz principal deste filme, Uma Thurman, durante as filmagens de Pulp Fiction.

Em 2009 Tarantino levou ás telas Bastardos Inglórios, filme que narra um grupo de soldados judeus-americanos que estão na França ocupada pelos Nazistas, novamente temos um filme extremamente violento e com diálogos arrasadores, destaque para o ator Christoph Waltz que interpreta o terrível Coronel Hans Landa.

Uma das cenas mais cômicas do longa é protagonizada por Brad Pitt interpretando Tenente Aldo Raine, ao se passar por um convidado italiano num festa para elite Alemã. A forma como Tarantino brinca com os acontecimentos da segunda guerra é genial, e ver a morte de Hitler de outro modo, é no mínimo interessante.


O ultimo trabalho de Tarantino no cinema foi Django Livre, que estreou por aqui em janeiro, conta a historia de Django um escravo liberto cujo passado brutal com seus antigos proprietários leva-o ao encontro do caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz. Dotado de um notável talento de caçador, Django tem como objetivo principal encontrar e resgatar Broomhilda, sua esposa, que ele não vê desde que ela foi adquirida por outros proprietários, há muitos anos.

A busca de Django e Schultz leva-os a Calvin Candie , o dono de "Candyland", uma plantação famosa pelo treinador Ace Woody, que treina os escravos locais para a luta. Ao explorarem o local com identidades falsas, Django e Schultz chamam a atenção de Stephen o escravo de confiança de Candie. Os movimentos dos dois começam a ser traçados, e logo uma perigosa organização fecha o cerco em torno de ambos.

Tarantino ganhou o Oscar de melhor roteiro original por Django Livre.

Tarantino tem um grupo de atores que frequentemente participam de seus filmes, incluindo Tim Roth , Harvey Keitel, Uma Thurman, Michael Madsen, Steve Buscemi, Bruce Willis e Samuel L. Jackson.

Quentin Tarantino é genial e espero que possa ainda nos brindar com mais filmes primorosos.
Parabéns!


Uns dos diretores mais revolucionários e competentes que já tive o prazer de assistir, este é Quentin Tarantino. 

Na ultima sexta (18), estreou seu mais recente filme Django Livre, a tão sonhada homenagem ao western spaghetti que dominou o cinema nos anos 1960 - o título do filme é uma referência a Django (1966), de Sergio Corbucci, estrelado pelo astro italiano Franco Nero. O veterano ator, inclusive, faz uma participação especial em Django Livre para deleite dos cinéfilos - difícil é saber se os mais jovens entenderão a piada porque Nero não é conhecido da nova geração.

O filme retrata a trajetória de Django (Jamie Foxx) um escravo liberto cujo passado brutal com seus antigos proprietários leva-o ao encontro do caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz (Christoph Waltz). Schultz está em busca dos irmãos assassinos Brittle, e somente Django pode levá-lo a eles. O pouco ortodoxo Schultz compra Django com a promessa de libertá-lo quando tiver capturado os irmãos Brittle, vivos ou mortos.

Ao realizar seu plano, Schultz libera Django, embora os dois homens decidam continuar juntos. Desta vez, Schultz busca os criminosos mais perigosos do sul dos Estados Unidos com a ajuda de Django. Dotado de um notável talento de caçador, Django tem como objetivo principal encontrar e resgatar Broomhilda (Kerry Washington), sua esposa, que ele não vê desde que ela foi adquirida por outros proprietários, há muitos anos.

A busca de Django e Schultz leva-os a Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o dono de "Candyland", uma plantação famosa pelo treinador Ace Woody, que treina os escravos locais para a luta. Ao explorarem o local com identidades falsas, Django e Schultz chamam a atenção de Stephen (Samuel L. Jackson), o escravo de confiança de Candie. Os movimentos dos dois começam a ser traçados, e logo uma perigosa organização fecha o cerco em torno de ambos. Para Django e Schultz conseguirem escapar com Broomhilda, eles terão que escolher entre independência e solidariedade, sacrifício e sobrevivência.

Tarantino domina com excelência a direção e faz o que sabe de melhor, narrar uma historia cheia de sangue e violência, mas o filme não é só isso, como marca registrada do diretor a trama tem humor, sarcasmo, ironia é uma obra que poucos diretores teriam a audácia de fazer, o tema da escravatura americana é muito polemica e até por isso o filme não foi realmente apreciado como merece no seu país natal.

Creio que seja uma grande obra de Tarantino, e as atuações de Christoph Waltz e Leonardo DiCaprio são um caso a parte, e um Samuel Jackson impagável, o personagem principal faz o que é proposto, porem não empolga como os demais. 

Quando escreveu o roteiro Tarantino tinha em mente Will Smith como protagonista, entretanto o mesmo rejeitou o papel infelizmente, creio que seria o papel perfeito para Smith.

Tarantino simplesmente criou mais um belíssimo filme que vale a pena ser conferido, e como sempre tem uma trilha sonora primorosa e escolhida a dedo, quem não se rende ao estilo Pop e Cult do diretor, só me resta lamentar.

E só por motivos de explanação, sou fã confesso deste brilhante diretor, que infelizmente foi ignorado pela academia e não concorrerá ao Oscar de melhor diretor e tem poucas chances na categoria de melhor filme... Uma pena mesmo!

Filme da Semana:

Indico a vocês “Dreed”, adaptação dos quadrinhos para o cinema, O juiz Dredd (Karl Urban) vive na megalópole Mega City Um, um oásis de civilização na Terra Maldita, cerca de 120 anos no futuro. Bastante temido pelos infratores da lei, ele acumula os cargos de polícia, de juiz e ainda tem o poder de executar suas sentenças. Um dia, ele é encarregado de treinar uma candidata a juíza com poderes mediúnicos (Olivia Thirlby), e neste primeiro dia de teste os dois enfrentam a maior e mais perigosa traficante de drogas do local (Lena Headey). Esta é a segunda adaptação para o cinema, no ano de 1995 Sylvester Stalonne deu vida ao personagem no filme “O Juiz”.

A diferença é que está nova versão aproxima-se mais ao HQ, principalmente na linguagem mais violenta.

Para quem gosta de filmes do gênero é uma ótima opção.



Assisti a um filme essa semana e achei interessante fazer um post sobre ele, não é nenhum superlançamento tão pouco foi premiado no Oscar, o que chega a ser uma injustiça, pois o filme tem um ótimo roteiro.

O filme em questão é Filhos da Esperança de 2006 estrelado por Clive Owen.


Num futuro não tão distante, em 2027 pra ser exato a Grã-Bretanha é a maior potencia global, depois de diversas catástrofes o mundo encontra-se caótico, o ser humano perdeu a capacidade de reproduzir-se.


O governo impõe um forte regime de repressão a imigrantes, muçulmanos e a qualquer pessoa que se levante contra ele. Fora todo esse clima de animosidade, a pessoa mais jovem do mundo Baby Diego de 18 anos acaba de falecer, o que leva as pessoas refletirem sobre a extinção da raça humana.


Theodore Faron (Owen) é um ex-ativista desiludido que se torna um burocrata, mais por comodidade do que opção e não esta nem aí para a morte de Diego, mas usa esse pretexto para tirar um dia de folga, podemos perceber que Theo tem a típica alma de herói solitário e com um passado que o atormenta internamente.


Procurado por sua ex-esposa Julian (Julianne Moore), líder de um grupo revolucionário intitulado os Peixes, Theo recebe a proposta de conseguir documentos de liberação ele e a jovem Kee, sem saber o porquê ele aceita, bem mais por dinheiro é verdade.

O filme ganha uma roupagem mais dramática e com ação daí pra frente, isso ocorre devido a embosca que Theo, Julian e Kee, enfrentam no caminho. Num determinado trecho estão no carro quando são atacados por inúmeros rebeldes, este é   um dos momentos mais marcantes do longa.


Não vou entrar em detalhes de acontecimentos do filme, senão perde a graça vocês assistirem, mas é importante saber o porquê da jornada de Theo, o que essa jovem tem de especial que vale tanto para os rebeldes?


A importância de Kee é simplesmente revelada após a emboscada, quando Theo descobre que ela está grávida, e isso implica em muitas coisas, vemos que o personagem de Owen se transmuta. Ele passa a se importar com Kee e a protegê-la a qualquer custo.


Próximo ao fim do filme uma cena realmente fantástica, no meio de um tiroteio entre revolucionários e soldados do exercito, o Bebê começa a chorar de forma aguda, as pessoas que estão em volta começam a ajoelhar e por poucos momentos esquecem o que tem umas contra as outras, suas diferenças e seus interesses. É uma cena que comove e arrepia.




A parte técnica é impecável, os já famosos planos sequência (sem cortes) são utilizados durante o filme todo em maior ou menor importância, mas no terço final quando a ação começa a tomar conta, somos brindados com alguns planos de cair o queixo, realizados não apenas como uma demonstração de virtuosismo técnico, mas ao escolher o recurso, Cuarón consegue intensificar os momentos mais significativos tornando-os realmente impactantes, um trabalho de mestre na direção.


Apesar de todo o clima opressivo o filme possui vários toques de humor, o que deixará alguns espectadores confusos quanto ao tom que o filme tenta atingir, mas que se revela absolutamente necessário para tornar a história mais humana e aproximá-la do público. Afinal, é de a nossa natureza ver o lado cômico de qualquer situação, por mais desesperada que ela possa parecer.


O título em português foi feliz (um caso raro) já que a esperança é o que move os personagens.


Por fim recomendo com louvor esse belíssimo filme, e destaco a ótima atuação de Clive Owen.




    Essa semana estava com uma preocupação muito grande, tive bloqueio mental, que me prejudicou muito, pois não sabia eu o que escrever na coluna de hoje.
                Eis que fui arejar a cabeça assistindo um filme, para ser mais exato um filme nacional “O Palhaço” de Selton Mello, naquele instante tive a certeza sobre o que escrever hoje.




                Vou falar (escrever) sobre o Cinema nacional.

                Estive analisando o cinema nacional e percebi a sua evolução, e digo isso em todos os seus ambitos, hoje temos roteiros mais elaborados e eficazes, e a produção como um todo foi melhorada, ou seja, temos mais qualidade técnica.



                Mas o que ainda vejo e me entristece, e a resistência e preconceito que ainda reside no cinema nacional, afirmo isto, pois ao convidar alguns amigos para assistirem algum filme nacional, sempre ouço a mesma resposta “filme brasileiro credo, só tem palavrão”.

                Isso é uma visão totalmente equivocada, as produções nacionais melhoram muito, não sei bem certo em qual momento, mas para mim, começou com o filme Se eu fosse você, estrelado por Gloria Pires e Tony Ramos.
                                             

 
                Este filme alem de um bom elenco, tem um roteiro ágil, dinâmico e com as medidas certas de humor.

                Na minha humilde opinião é o ponto de evolução cinematográfica nacional.
                Outro filme que ajudou na estruturação nacional é Tropa de Elite.          

           
                                                                                                                        
                Claro que tem gente que vai afirmar que é um filme violento e cheio de palavrões, isso até é verdade, mas analisando de outro ponto, o roteiro é brilhante, as atuações seguras e convincentes, a locação e cenários muito bons; e realidade impressa no filme é chocante.
                O cinema nacional caminha mais seguro, com mais clareza e pessoas com boas ideias, os últimos filmes que vi me agradaram muito, tais como:

O Homem do Futuro


               
                João/Zero (Wagner Moura) é um cientista genial, mas infeliz porque há 20 anos foi humilhado publicamente durante uma festa e perdeu Helena (Alinne Moraes), uma antiga e eterna paixão. Certo dia, uma experiência com um de seus inventos permite que ele faça uma viagem no tempo, retornando para aquela época e podendo interferir no seu destino. Mas quando ele retorna, descobre que sua vida mudou totalmente e agora precisa encontrar um jeito de mudar essa história, nem que para isso tenha que voltar novamente ao passado. Será que ele conseguirá acertar as coisas?

Mulher invisível 



                Pedro (Selton Mello) ainda acredita no conceito do casamento, enquanto que Carlos (Vladimir Brichta) não aceita a possibilidade de que um homem passe toda sua vida ao lado da mesma mulher. Os dois são colegas de trabalho em uma sala de controle de tráfego da prefeitura, onde podem bisbilhotar à vontade a vida das pessoas. Um dia Carlos fica preocupado com o amigo, devido ao estado depressivo dele ao ser abandonado por sua esposa, Marina (Maria Luísa Mendonça). O mesmo acontece com Vitória (Maria Manoella), vizinha de Pedro, que testemunha silenciosamente seu drama através de um buraco na parede. Até que subitamente alguém bate na porta de Pedro. Trata-se de Amanda (Luana Piovani), sua nova vizinha, que veio apenas lhe pedir açúcar. Com um jeito inocente e ao mesmo tempo sedutor, ela muda a vida de Pedro. Só que tem um problema: Amanda é invisível, sendo que apenas aqueles que a desejam muito consegue enxergá-la.

O Palhaço



                Benjamim (Selton Mello) trabalha no Circo Esperança junto com seu pai Valdemar (Paulo José). Juntos, eles formam a dupla de palhaços Pangaré & Puro Sangue e fazem a alegria da plateia. Mas a vida anda sem graça para Benjamin, que passa por uma crise existencial e assim, volta e meia, pensa em abandonar Lola (Giselle Mota), a mulher que cospe fogo, os irmãos Lorotta (Álamo Facó e Hossen Minussi), Dona Zaira (Teuda Bara) e o resto dos amigos da trupe. Seu pai e amigos lamentam o que está acontecendo com o companheiro, mas entendem que ele precisa encontrar seu caminho por conta própria.

Hoje vejo com bons olhos o cinema brasileiro, e digo que antigamente tínhamos bons filmes também, quem não se lembra desta frase:

“Não sei, só sei que foi assim!”



Deixo pra vocês o meu abraço, e quem tiver alguma sugestão, duvida ou critica me encaminhe um e-mail arturlima87@hotmail.com
Até a próxima semana!






   Olá amigos, esse mês de Abril está realmente fantástico, mas o melhor ainda não chegou  e estou tomado por uma enorme ansiedade. Por que Dudu?



  É simples, estou ansioso, pois não vejo a hora de entrar naquela sala de cinema e deixar o fantástico mundo da Marvel me impressionar. É claro que estou falando dos Vingadores.

  Essa é a primeira coluna que escrevo aqui e quero agradecer ao grupo Geraw por fazer parte disto. muito obrigado!
Meu nome é Dudu, e vou falar aqui sobre cinema, espetáculos teatrais, seriados, filmes, livros e tudo relacionado a este universo. Falarei de filmes num contexto geral, e não somente dos lançamentos e novidades, mas tentarei ao máximo explorar este mundo, analisando filmes que eu veja e que vocês leitores tenham interesse

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