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Olá galera!

Esta semana a coluna vem em ritmo de homenagem. Há 19 anos, no dia 1º de maio de 1994, o Brasil despedia-se de um ídolo: Ayrton Senna.


Para quem não sabe, Ayrton Senna da Silva nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de 1960 e começou sua carreira cedo, andando de kart. Em 1981, iniciou sua carreira em competições de automobilismo, conquistando o Campeonato Britânico de Fórmula 3 dois anos após sua estreia. Seu talento fez com que rapidamente acontecesse sua ascensão à Fórmula 1.

Senna sagrou-se Campeão Mundial pela primeira vez em 1988 pela equipe McLaren. Suas corridas eram sempre perfeitas e o pódio era frequente. Em 90 e 91, o título foi novamente de Ayrton Senna, que se tornou o mais jovem piloto a conquistar um tricampeonato, fato que só aconteceu novamente com Sebastian Vettel no final da temporada de 2012.

O ídolo brasileiro morreu em 1º de maio de 1994, após um acidente gravíssimo no GP de San Marino, em Ímola.

É impossível não lembrar da música que era tocada em cada vitória. Composto pelo maestro Eduardo Souto Neto e originalmente gravada pelo grupo Roupa Nova, o “Tema da Vitória” foi feito especialmente para as transmissões feitas pela Rede Globo.

A canção instrumental era tocada a cada bandeirada final e marcou as conquistas de pilotos como Piquet e Barrichello, porém ficou intriscamente ligada à carreira vitoriosa de Ayrton Senna.

Fica aqui uma pequena homenagem ao eterno ídolo brasileiro que, mesmo depois de 19 anos, continua vivo em nossa memória e coração. Beijos e até a próxima ;)



“Vocês nunca conseguirão saber como um piloto se sente quando vence uma prova. O capacete oculta sentimentos incompreensíveis” Ayrton Senna


Olá pessoal!

Preparem seus violões, aqueçam as gargantas, bebam um pouco de água, tomem fôlego...É hora de falar e cantar uma das músicas mais longas e famosas da banda Legião Urbana: Faroeste Caboclo!

A música foi composta em 1987 por Renato Russo, líder da banda Legião Urbana. A história fictícia conta a vida de João de Santo Cristo, um menino que desde pequeno sofreu com violência e discriminação.  Com desejo de mudança, sai de sua cidade natal para aventurar-se por outras regiões, sendo a principal delas Brasília.

Ele enfrenta as mais diversas situações, vira traficante, é preso, sofre com a violência, cria inimigos e descobre o amor nos braços de Maria Lúcia. Tudo estava indo bem, Santo Cristo apaixonado largou o crime e voltou a ser carpinteiro, porém Jeremias aparece para mudar todo o rumo da história.

E o amor de Santo Cristo transformou-se em ódio ao descobrir que, além de tentar tomar seu lugar no tráfico, Jeremias também casou e engravidou Maria Lúcia. O desfecho da história é com um duelo em praça pública, com apostas, televisão e Jeremias apunhalando pelas costas o João, que depois é considerado “Santo por saber morrer”.


A música, apesar de fictícia, representa a realidade de muitos brasileiros, que querem vencer, mas acabam perdidos no tráfico, na violência, sofrendo com discriminação e morrendo em situações de vulnerabilidade.

A canção foi lançada no álbum Que país é esse?  de 1987, tendo 168 versos e mais de 9 minutos de duração. A harmonia e ritmo são fáceis, porém a letra é extensa, exigindo um pouco de dedicação daqueles que desejam decorá-la.

E, mesmo com a longa duração, a música faz sucesso até os dias de hoje, sendo motivo de orgulho aos que sabem cantar toda a história de João de Santo Cristo sem esquecer ou confundir algum pedaço da letra.

O sucesso e a importância no mundo musical e na história são tão grandes que a música foi adaptada e virou filme com a direção de René Sampaio e roteiro de Paulo Lins. Artistas como Ísis Valverde, o ator já falecido Marcos Paulo e Felipe Abib fazem parte do elenco do filme que tem estreia prevista para dia 30 de maio deste ano.

Beijos e até a próxima coluna pessoal ;)



Olá galera, tudo bem?


Hoje a coluna mais ritmada da Geraw traz notícias do mestre Paul McCartney! Se você é admirador deste artista, prepare-se para as novidades que vem por aí.

Paul McCartney está a todo vapor, fazendo com que os fãs enlouqueçam com tanta novidade. Já no início do ano, foi anunciada a nova turnê “Out there” no Brasil, com shows em Belo Horizonte, Goiania e Fortaleza (dias 4, 6 e 9 de maio respectivamente).




Um vídeo de divulgação já está circulando na internet e faz qualquer fã ficar arrepiado com os depoimentos intercalados com trechos de shows já realizados aqui em nosso País Tropical. 



Além da turnê, Paul preparou mais um presente para os fãs. O álbum “Wings over America”, de 1976 será relançado, mas desta vez em formato de luxo. Para quem não sabe, este disco foi gravado com a segunda banda de sucesso que McCartney participou, a Wings.

O trabalho sairá em vinil, CD e em uma edição especial que terá um CD bônus com o show feito no Cow Palace em São Francisco e o DVD especial  “Wings over the World”, feito na época para a televisão. Três livros e mais um pacote de suvenires da turnê completam o pacote que chega dia 27 de maio nas lojas. 

E as news não param por aí! Paul McCartney revelou também que o filme “Rockshow” trará algumas canções dos Beatles, da carreira solo de Paul e ganhará sessões especiais em 500 cinemas espalhados pelo mundo no dia 15 de maio deste ano.

Dá só uma olhadinha no que vem por aí...



E para completar o pacote de tirar o fôlego, Paul McCartney está gravando um novo álbum!

Segundo o produtor Mark Ronson, um dos pedidos do mestre para o novo CD é uma mistura da batida do funk carioca em uma das faixas. E tem mais! Ainda foi revelado que o novo álbum terá uma música chamada Hosanna, que terá apenas voz e violão.

É de arrepiar só de imaginar! O novo álbum promete vir no melhor “estilo clássico de Paul McCartney”.

Agora é preparar o coração e os bolsos para tantas novidades!

E para entrar no clima, Love me do, composta majoritariamente por nosso gênio Paul McCartney e sucesso da banda mais amada, os meninos de Liverpool: The Beatles ;)



Até a próxima o/

O calor da nova paixão, a euforia pela conquista da vaga de emprego, o período complicado da faculdade. A dor da separação e da saudade, a compra do primeiro carro, uma nova amizade, um piquenique no parque ou um almoço em família... São diversos momentos que acontecem na nossa vida, uns mais corriqueiros, outros mais especiais, mas todos registrados em nossa memória. E quantos desses não ficam marcados por uma música, não é mesmo? São associações por vezes involuntárias, em momentos que estamos mais vulneráveis ou sentimentais.


Já se identificou com uma letra de pagode quando estava com “sintomas de amor”? Colocou um Rock pesado no último volume para expressar toda a raiva que possuía dentro de si ou para extravasar? Já chorou (escondido talvez) ouvindo aquela música bem romântica? Já gostou de uma música e não soube explicar ao certo o por quê?

Pois é, essa identificação vai além do ritmo, do estilo, da banda. Por vezes nos identificamos com o que a letra diz, com a mensagem contida nos versos. Sentimos que o compositor conseguiu expressar algo que está dentro de nós e não sabíamos como dizer ou talvez, nem poderíamos dizer. É como se encontrássemos uma forma de “expurgar” tudo o que está acontecendo.

Por falar em expressar sentimentos, Eric Clapton compôs a música “Tears in heaven” após seu filho de apenas quatro anos falecer. Já Elton John fez um remake de “Candle in the wind” para homenagear sua amiga pessoal Lady Diana, que faleceu após um acidente de carro em agosto de 97. Ambas músicas são exemplos de composições e interpretações que nos comovem e, por vezes, podem transcrever nossos sentimentos.



Algumas músicas tornaram-se “clichês” para determinados assuntos. Já parou para pensar quantas formaturas e despedidas tiveram seu ápice embalado por “Pescador de Ilusões”? 


E conquistas ao som de “We are the champions? Casamentos e relacionamentos embalados por Kenny G, Whitney Houston, Celine Dion... E claro, aquela “volta à infância” ao ouvir temas de desenhos animados e seriados


E como esquecer os momentos políticos embalados por Cazuza?



Pois é galera, poderia listar milhares de músicas e situações, mas seria quase impossível expressar todos os sentimentos e lembranças que cada um pode trazer.

As músicas podem nos levar longe, trazer de volta momentos que marcaram demais, reacender esperanças, nos ajudar a acreditar que é possível. Ela nos envolve, tranquiliza, inspira, acalma, alegra, conforta.

E para finalizar, deixo uma sugestão. Monte uma playlist com as músicas que lhe tragam boas lembranças, que te acalmem, confortem. Vá para algum tranquilo, feche os olhos e deixe a melodia te levar...

Até semana que vem :)

“...Porque a música nos traz vida, quando estamos mortos. Uma melodia honesta para quebrar a tendência. E a música traz esperança para um futuro de paz, a humanidade vai cantar em harmonia, rezo para esse dia...”


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