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No ultimo fim de semana estreou nas telas nacionais G.I Joe – Retaliação, continuação do filme de 2009.

Já os aviso que, quem esperou um super filme este não é G.I Joe – Retaliação, o filme é previsível e incoerente em vários aspectos. O filme começa do ponto onde seu antecessor parou, O presidente americano (Jonathan Pryce) é mantido como refém, e substituído pelo vilão Zartan, fazendo uso do único momento onde um dos temas do primeiro é citado, a nanotecnologia, que devastava monumentos inteiros com a corrosão (como na famosa cena da Torre Eiffel). “G.I. Joe – Retaliação” continua a destruir monumentos e cidades inteiras, dessa vez Londres é massacrada.

Através de uma ordem do falso presidente, os Joes são dizimados e renegados, os Cobra são a ordem do dia. Apenas três (aparentemente) resistem: Roadblock, o novo protagonista (vivido por Dwayne “The Rock” Johnson), Lady Jaye (substituindo a protagonista feminina do filme anterior, Scarlett) vivida pela bela Adrianne Palicki, e Flint, o novato D.J. Cotrona.

 Dos antigos apenas Snake Eyes, o ninja de armadura preta que não fala vivido por Ray Park, restou. Um detalhe é que Storm Shadow havia morrido no filme anterior, e reaparece simplesmente sem o fato ser mencionado no novo filme.

Essa é uma história básica onde os heróis precisam limpar seu nome, e para isso fazem uso de qualquer aliado que sobrou, como o veterano Coronel Joe Colton, que dá nome à equipe, vivido por Bruce Willis (o ator aparece em três cenas).

O excesso de personagens e a falha em desenvolvê-los faz do novo “G.I. Joe” um filme de ação genérico e padronizado, onde nada de novo é tentado, e nenhumas das cenas de ação empolgam, ou de humor fazem realmente rir.

Temos um novo vilão chamado Firefly vivido por Ray Stevenson, e o Comandante Cobra não é mais, obviamente, Joseph-Gordon Levitt (que passou longe do novo filme).

Inicialmente o filme seria lançado nos cinemas americanos em 29 de junho de 2012. Apesar de já ter iniciado uma forte campanha de divulgação do filme, que incluiu até mesmo um comercial de TV durante o intervalo do Super Bowl, a Paramount decidiu adiar o lançamento do filme em quase um ano, para 29 de março de 2013.

Na época, a justificativa dada era que o filme seria convertido para o formato 3D, posteriormente foi revelado que Channing Tatum havia sido convocado para rodar cenas extras.



Que Bruce Willis é um grande ator, nós já sabemos, mas impressiona-me a forma como esse ator continua a ser ativo e vem a cada dia realizando mais filmes.

Nesta ultima sexta-feira (22) chegou aos cinemas nacionais dois de seus últimos filmes, o já conhecido longa do detetive John McClane “Duro de Matar - Um Bom Dia para Morrer” e a comedia “O Dobro ou Nada”.

O ator Alemão de 57 anos ainda tem muito gás para trabalhar, mas creio que John McClane já deveria ter deixado o cinema, não que não goste do personagem, muito pelo contrario cresci acompanho suas aventuras.

Mas o personagem já está cansado, minha opinião é que a ultima boa historia de McClane foi “Duro de Matar – A Vingança”, uma historia concisa e muito bem roteirizada e que tem a boa participação de Samuel L. Jackson.

Nesta nova aventura o policial John McClane (Bruce Willis) está em busca de informações sobre o filho, Jack (Jai Courtney), com quem não fala há alguns anos. Com a ajuda de um amigo, ele descobre que Jack está preso na Rússia, acusado de ter cometido um assassinato. John logo parte para o país na intenção de rever o filho e, pouco após chegar, acaba encontrando-o em plena fuga do tribunal onde seria julgado. Jack está com Yuri Komorov (Sebastian Koch), um terrorista que diz ter em mãos um dossiê que pode incriminar um potencial candidato à presidência russa, Chagarin (Sergey Kolesnikov). Ele não gosta nem um pouco de reencontrar o pai, mas a insistência de John em ajudá-lo acaba, aos poucos, quebrando o gelo entre pai e filho.

“Duro de Matar” era uma grande produção minimalista, um thriller de ação que influenciou muito os filmes do gênero, com personagens e situações mais críveis. É engraçado imaginar então que de revolucionário e influente, John McClane tenha se tornado parte do sistema que antes combatia. Qualquer intenção de um entretenimento mais adulto e sério foi deixada lá atrás na década de 1990, com o terceiro episódio. Em 2007, no quarto filme, “Duro de Matar 4.0” já tínhamos o personagem de Willis realizando façanhas dignas dos super-heróis que de fato deveria diferir.

McClane se pendurava inclusive na asa de um jato, e toma-lhe efeitos de computador. Mas ao menos a diversão ainda estava lá, tínhamos bons vilões (Timothy Olyphant e Maggie Q) com um plano interessante, um senso de perigo, e boas interações humanas (com os personagens de Justin Long e Mary Elizabeth Winstead, que volta numa ponta nesse novo). Aqui, McClane sai pela primeira vez dos EUA e carrega a ação para a Rússia, visando entrar em contato com o filho, com quem não falava há anos.

O protagonista se vê envolvido numa trama internacional, ao descobrir que seu filho é na verdade um agente secreto da CIA (e toma-lhe piadinhas sobre 007). Jai Courtney (de “Jack Reacher – O Último Tiro”) é Jack, o filho de McClane, e o ator se sai bem, mas realmente não tem muito o que fazer aqui, só disparar muitos tiros e brigar com o pai (algumas das cenas são cruéis ao maltratar o velho personagem de Willis, em certas ocasiões sentimos pena dele). O novo “Duro de Matar” é extremamente genérico, e traz John McClane como coadjuvante de seu próprio filme.

O ponto positivo é a ação desenfreada, especialmente uma longa perseguição de carros muito bem orquestrada. Aqui temos algumas das melhores batidas de carros do cinema. Quem procura apenas diversão despretensiosa e passageira não deverá se desapontar. Quem procura algo mais, mesmo num filme de ação, sairá insatisfeito com personagens rasos, diálogos e relacionamentos que parecem escritos por adolescentes, uma trama confusa e desinteressante, e os vilões menos carismáticos do cinema em anos. John McClane merecia muito mais na comemoração de seus 25 anos.

Em “O Dobro ou Nada” conhecemos Beth Raymer (Rebecca Hall) é uma sonhadora incorrigível que trabalha como dançarina em uma casa de striptease em Tallahassee. Sua vida muda quando conhece Dink Heimowitz (Bruce Willis), um dos jogadores mais conhecidos da atualidade, que participará de um campeonato de pôquer em Las Vegas. Beth logo se torna sua assistente, mas precisa lidar com as ameaças da esposa de Dink, Tulip (Catherine Zeta-Jones), uma showgirl aposentada.

Há várias facetas em “O Dobro ou Nada”. A principal delas gira em torno da sensualidade de Rebecca Hall, que surge bastante bronzeada e usando shorts minúsculos para compor uma personagem no melhor estilo "ruiva burra". O grande problema não é sua caracterização, mas a forma como a personagem é inserida na trama como um todo. Beth é tão ingênua, até mesmo em relação ao uso da própria sensualidade, que soa falsa demais. O mesmo vale para Bruce Willis, um apostador tão boa praça que aparenta ser algo desconexo em um universo por vezes sórdido e baixo, como é o das apostas – isso sem falar de estar situado em plena Las Vegas, a cidade do pecado. Como resultado, os personagens acabam se tornando caricatos.

Veracidade, por sinal, é algo que o filme em momento algum aparenta, por mais que o longa-metragem seja baseado em uma história real. A impressão que passa é que Stephen Frears tentou dar ao filme um tom de farsa, compondo cada personagem com atitudes que soam estranhas dentro daquela realidade. Se a intenção era ressaltar o quão insólito eram tais atos, fracassou por não conseguir fazer com que o espectador acredite no que está vendo em cena, mesmo com uma boa dose de condescendência. Se a intenção era simplesmente fazer rir o filme também se sai mal, já que as poucas risadas vêm do quão inacreditável são certas situações exibidas.

Repleto de personagens inconsistentes e com reviravoltas repentinas, “O Dobro ou Nada” é uma comédia bastante desencontrada. Tanto por parte dos atores, mas especialmente por Stephen Frears. Difícil entender o porquê do veterano diretor, de tantos bons serviços prestados à sétima arte, ter topado esta bomba.

O fato é que Willis continua ativo no cinema, mas poderia escolher melhor seus próximos trabalhos.


É galera, fim de ano está aí e antes de tudo desejo a todos uma boa passagem de ano e que 2013 seja repleto de conquistas para todos nós.

Hoje vou fazer uma recapitulação de tudo de bom que tivemos neste ano que está se findando, os filmes que levaram o publico as salas e encantaram com suas historias mágicas e únicas.

Um dos grandes lançamentos deste ano foi à junção dos maiores heróis da Marvel “Os Vingadores”, sem sombras foi um sucesso estrondoso nas telas e arrastou muita gente para o cinema.

Outro grande lançamento heroico que levou multidões as salas de cinema foi a final épico de “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, com direção brilhante de Christopher Nolan e grande atuação de um elenco magnífico, diria que foi um dos mais competentes filmes de 2012.

A volta de Will Smith as telas também foi marcante neste ano, ele retornou a pele do agente J na boa ficção “MIB 3”. Fazia tempo que não víamos Will nas telas.

O bom e polemico “Ted” roubou a cena neste ano, uma comedia desboca e imoral chamou a atenção do publico e proporcionou muitos risos nas telas, particularmente aprovei e recomendo a todos.

James Bond também apareceu neste ano com o bom filme “007- Operação Skyfall”, embora Daniel Craig não seja o Bond que mais gosto tenho admito que é um grande ator.
O suspense clássico de Ridley Scott retornou em cena com o magnífico “Prometheus”. Martin Scorsese dirigiu o competente “A Invenção de Hugo Cabret”, que foi muito aclamado pela crítica.

A velha guarda também apareceu nas telas com “Os Mercenários 2”, um filme cheio de clichês, muita ação e diversão.  Bruce Willis que participou de Os Mercenários apareceu na boa e complexa ficção “Looper Assassinos do Futuro” co-estrelado com Joseph Gordon – Levitt. E talvez um dos filmes mais esperados de 2012 estreou e arrastou muitos fãs para o cinema, “O Hobbit- Uma Jornada Inesperada”; a espera foi longa, mas valeu a pena o filme é altamente recomendável e quem não viu ainda não perca tempo.

Bom pessoal e isso, mais uma vez reintero os meus votos de feliz ano novo a todos e agradeço a todos que tem acompanhando e de alguma forma participado da família GeraW.

Abraço.


Boas opções de divertimento para quem gosta da sétima arte, em cartaz filmes para todos os públicos.

Quem gosta de uma boa ficção cientifica com muita ação pode ir conferir Looper - Assassinos do Futuro.


A trama é estrelada por Joseph Gordon-Levitt e Bruce Willis, num futuro próximo viagens no tempo é uma pratica rotineira, porem utilizada somente pela máfia que envia ao passado os criminosos que deseja eliminar do futuro. Joe (Joseph Gordon-Levitt) é looper com bastante pratica e uma vida tranquila até que é surpreendido quando tem que matar a si mesmo. Willis vive o Joe no futuro, destaque para a ideia original e ótimo roteiro do filme e juntamente com as atuações de Joseph Gordon-Levitt e Willis.

Muita ação também em Dredd o filme é um remake de O Juiz estrelado por Sylvester Stallone em 1995 e que foi um fiasco na ocasião. Esta nova versão promete ser mais fiel e violenta que sua antecessora.

Em Dredd, o mundo se transformou bastante depois da guerra nuclear e as cidades hoje são verdadeiros reinos intermináveis de concreto onde os fracos sofrem nas mãos tiranas e violentas das gangues. Nas ruas de Mega City One, um dos últimos oásis da civilização em meio a grande área desértica conhecida como Terra Maldita, Judge Dredd (Karl Urban) é a lei. Ele é o mais temido dos juízes, os únicos com poder de fazer infratores cumprirem a lei e executá-los se necessário. Ele é então designado para acompanhar a recruta Anderson (Olivia Thirlby) em seu primeiro dia de trabalho no combate ao crime e avaliar se ela tem os atributos necessários para ser mais um defensor da lei nesse futuro extremamente violento.

Ainda no gênero da ação temos Resident Evil 5: Retribuição com a belíssima Milla Jovovich.

O vírus mortal T, desenvolvido pela Umbrella Corporation, continua dizimando o planeta Terra, e transformando a população global em legiões de mortos-vivos comedores de carne. A única e última esperança da raça humana, Alice (Milla Jovovich), desperta no centro de operações clandestinas da Umbrella, e descobre mais segredos do seu passado misterioso conforme se aprofunda no complexo. Sem um porto seguro, Alice continua a caçar os responsáveis pelo vírus; uma perseguição que a leva de Tóquio a Nova York, Washington, DC e Moscou, culminando em uma revelação alucinante que irá forçá-la a repensar tudo o que ela acreditava ser verdade. Ajudado por seus novos aliados e antigos amigos, Alice precisa lutar para sobreviver o tempo suficiente para escapar de um mundo hostil que está prestes a ser destruído. A contagem regressiva já começou.

O drama nacional Boca também é uma ótima opção para os cinéfilos adaptado da autobiografia de Hiroito de Moraes Joanides (Daniel de Oliveira), o filme retrata a atmosfera noturna da Boca do Lixo, região de prostituição no centro de São Paulo nos anos 50 e 60. Oriundo de uma família de classe media alta, Hiroito frequentava a Boca apenas como boêmio em busca de aventuras sexuais, até que uma tragédia pessoal provoca uma mudança em sua vida. Seu pai é violentamente assassinado e Hiroito é acusado pelo crime. Dois meses depois deste acontecimento, Hiroito compra dois revólveres e se muda para a Boca, tornando-se rapidamente um dos bandidos mais procurados pela polícia.


Para as meninas tem a fadinha mais amada da TV e do Cinema Tinker Bell - O Segredo das Fadas.

O filme leva Tinker Bell do calor do Refúgio das Fadas, através de uma "grande fronteira" para o misterioso Bosque do Inverno, apresentando um elenco inteiramente novo de fadas do inverno e revelando um segredo mágico — Tinker Bell tem uma irmã, Periwinkle, que é tão animada e divertida quanto ela.




E para finalizar tem a comedia TED que vem sendo muito elogiada pela critica especializada, e tem a maravilhosa Mila Kunis e o sempre competente Mark Wahlberg no elenco.

Seth MacFarlane, criador da série Family Guy, traz sua marca que estende as fronteiras do humor para os cinemas, pela primeira vez como roteirista, diretor e dublador em Ted. Na comédia de live action/animação, ele conta a história de John Bennett (Mark Wahlberg), um homem adulto que tem que lidar com seu estimado ursinho de pelúcia que ganhou vida como resultado de um desejo de infância… e que se recusa a deixá-lo desde então.

O longa é bastante inspirado e tem tudo para divertir o espectador. É curioso como consegue também emocionar e fazer o público aceitar normalmente a amizade entre um adulto e um ursinho de pelúcia. Tem algumas quedas de ritmo, em especial no que diz respeito a relação entre John e Lori, mas nada que comprometa o desempenho final.

Ted conta com uma boa direção de fotografia de Michael Barrett, que aproveita bem os cenários de Boston e ainda posiciona a câmera de forma que não reduza ainda mais o ursinho, não fazendo com que este pareça insignificante. Quando faz isso, é proposital, como no momento em que Ted é visto de terno procurando um emprego. Ali ele precisa ser colocado em seu verdadeiro tamanho, reduzido diante da necessidade de trabalhar e mudar sua vida. A trilha sonora de Walter Murphy também se destaca. O compositor é parceiro de longa data de MacFarlane, com que trabalha há 12 anos em Family Guy (no original).

A produção é um bom exemplo de como a imaginação não deve sofrer com limites ou barreiras. Quando bem executada por pessoas talentosas, toda ideia pode se transformar em algo bacana.

Um abraço até a próxima.


E aí galera!

Semana passada nos falamos de alguns atores de os Mercenários 2 e seus respectivos filmes, mas senti falta da participação de vocês. É por vocês que nós escrevemos e dedicamos nosso tempo, para que vocês tenham o melhor conteúdo e entretenimento, então vamos participar galera.

Dando continuidade no tema da semana passada, hoje temos que falar de Bruce Willis, Jason Statham, Jet Li e Dolph Lundgren.

Vou começar falando de Bruce Willis, esse com certeza é uma referencia no gênero da ação, seus filmes são muito bons e assim como Arnold Schwarzenegger é um ator completo, fazendo filmes de diversos gêneros como suspense em O Sexto Sentido ou Comedia em Tiras em Apuros.

Fica muito difícil escolher meu filme predileto de Bruce, a qualidade de seus personagens aliada a boa escolha de seus projetos faz que ele tenha uma enorme gama de bons filmes tais como, Armageddon, Pulp Fiction - Tempo de Violência, Os Doze Macacos, O Chacal, Nova York Sitiada, Meu Vizinho Mafioso, Refém entre outros.

Mas o que me prende enfrente a TV é O Quinto Elemento estrelado juntamente com Milla Jovovich a musa de Resident Evil.


No século XXIII, um motorista de taxi (Bruce Willis) de Nova York se envolve em uma aventura na qual tem de deter um ser demoníaco que percorre a galáxia a cada 5000 anos. Se nada for feito a Terra será destruída, mas para isto ele precisa encontrar 4 pedras antigas, que representam os elementos, e colocá-las em volta de uma bela mulher (Milla Jovovich), que é o quinto elemento.

O filme é repleto de ação, tem um bom enredo e elenco, e atuação sempre louvável de Willis e com certeza um grande filme de sua carreira.


Jet Li também tem uma vasta carreira no cinema, começando a atuar ainda na China onde interpretou vários personagens do folclore chinês.

O filme que lhe deu destaque no cenário mundial Romeu Tem que Morrer é também o meu predileto de Jet.

O submundo do crime gerou uma verdadeira guerra em São Francisco, pois a máfia chinesa, comandada por Ch'u Sing (Henry O), disputa o controle do porto com o grupo chefiado pelo afro-americano Isaak O'Day (Delroy Lindo). Em Hong Kong, o ex-policial Han Sing (Jet Li), filho de Ch'u, foi injustamente acusado e cumpre pena, pois assim permitiu que seu pai, um chefão chinês do crime, e seu irmão fugissem para São Francisco. Ao saber que seu irmão foi morto, ele escapa da prisão e vai para os Estados Unidos atrás do assassino. Hostilizado pela própria família e alvo da gangue inimiga, Han encontra apoio em Trish O'Day, justamente a filha de Isaak, mas muita coisa está em jogo. E Han terá de usar todo seu conhecimento das artes marciais para sair vivo.

Sempre que penso em Dolph Lundgren, já me vem à mente um personagem mau, e creio que não sou somente eu que penso assim, isso porque os filmes mais memoráveis dele são Rocky IV e Soldado Universal, curiosamente com outros dois astros que foram citados na semana passada.

Outro filme muito conhecido de Dolph é Mestre do Universo onde ele interpreta o herói He-Man, mas creio que gostaria de apagar isso de seu currículo afinal o filme é uma grande piada.

É um grande ator isso não pode ser questionado, mas parece que não sabe escolher bem as produções em que vai trabalhar e isso prejudicou um pouco a sua carreira. Seu grande filme com certeza foi Rocky IV, na pele do vilão Ivan Drago.

Após reconquistar o título de campeão mundial de 
boxe, surge um novo desafio para Rocky: um novo e forte lutador de boxe da União Soviética chamado Ivan Drago chega aos Estados Unidos e deseja realizar uma luta de exibição contra o campeão americano. Ao saber disto, o ex-campeão Apollo Creed revela ao seu amigo Rocky que está insatisfeito por estar longe dos ringues há vários anos e pede a Rocky que o deixe lutar em seu lugar, para provar que ainda está em forma e também que os atletas americanos são melhores que os soviéticos. Na entrevista coletiva, onde Apollo e Drago ficam lado a lado, Apollo, por puro exibicionismo, faz várias ofensas e ameaças a Ivan Drago e à sua equipe, enfurecendo o lutador soviético. No dia da luta, em Las Vegas, Apollo prepara uma festa americana, regada ao som do cantor James Brown, cheio de otimismo e sem qualquer dúvida quanto à sua vitória. Porém, o lutador soviético o espanca sem piedade no primeiro round. No intervalo, Rocky pede a Apollo que desista, já prevendo o pior. Mas Apollo diz que pretende continuar e ainda pede que Rocky não mande parar a luta. No segundo round, Apollo, já cansado e ferido, recebe outra impiedosa surra de Drago e cai ao chão morto. Drago diz ainda no ringue que não se importaria nem um pouco se Apollo morresse. Assim, Rocky decide ir treinar na gelada Sibéria, com a ajuda de Paulie e do treinador Duke (treinador de Apollo), para se preparar para lutar contra Drago em outra luta de exibição, que seria realizada em Moscou no dia de Natal, não só para vingar Apollo, mas para também mostrar a verdadeira força dos Estados Unidos.

É um filme totalmente político e no auge da guerra fria, mas a luta final entre Rocky e Ivan compensa todo o clima de tensão entre as megapotencias daquela época.

Por fim Jason Statham sei que falaria de astros dos anos 80 e 90, mas não podemos negar o talento desse britânico que surgiu para o cinema em 1998.

Jason é o típico ator de ação, com cara de mau e jeito de poucos amigos, seus filmes são de adrenalina pura, e confesso que não sou seu maior fã, mas tenho que admitir que já parei para assistir um ou dois filmes dele.

Dos que assisti o que mais me chamou a atenção foi Carga Explosiva, gostei do roteiro e das cenas de ação, mostrando todo o domínio das artes marciais por Jason.

Frank Martin (Jason Statham) é um ex-soldado do exército norte-americano, que agora trabalha transportando cargas e vive em uma vila tranquila, na costa do Mediterrâneo. Martin segue sempre à risca o lema de nunca saber o que está transportando nem para quem é a carga, a fim de evitar problemas. Até que, após ser contratado por um americano apelidado de Wall Street (Matt Schulze), ele se envolve em um grande problema. Após o pneu de seu carro furar Martin percebe que a carga que transporta está se mexendo. Passando por cima de suas regras, ele abre o porta-malas e descobre que lá está presa uma bela garota (Lai Kwai). Martin a solta, mas logo precisa fugir com ela de um poderoso chefão do crime asiático, Sr. Kwai (Ric Young), além de um policial (François Berléand), que investiga Martin por estar desconfiado que ele realize o transporte de cargas ilegais.

Statham pode não ter a vasta ficha cinematográfica de seus companheiros de cena em Os Mercenários 2, mas com certeza já é um ícone do gênero de ação.

Bom espero que vocês gostem e participem comentando qual o seu filme predileto dessas feras, um abraço e até a próxima.

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