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Fala galera!

Semana passado estreou Os Mercenários 2 com um elenco recheado de astros da década de 80 e 90, verdadeiros mestres da ação.

E me veio uma curiosidade, e para isso preciso da interação de vocês que acessam o nosso blog, para vocês qual o melhor filme desses astros?

Vou fazer uma lista aqui com os melhores filmes em minha opinião de cada astro principal de Os Mercenários 2.


Vou falar primeiramente dele que é praticamente imortal e capaz de destruir uma cidade inteira só com um olhar.

Chuck Norris é a própria imagem do cinema de ação oitentista. O cara é macho mesmo e não nega. Um dos filmes que mais gostei dele é “Comando Delta” onde ele interpreta o Major Scott McCoy.

Quando um avião norte-americano de passageiros é tomado por sequestradores e levado para Beirute, o Presidente chama para resgata-los o Comando Delta.

O filme é dividido em duas partes: a primeira fica naquele jogo com os terroristas no avião, cujo objetivo é causar tensão nos espectadores; já à segunda parte é a melhor, que é quando o grupo guerrilheiro entre em cena para meter porrada.

Um dos atores que mais admiro da década de 80 é Jean-Claude Van Damme o cara além de atuar é produtor, roteirista, diretor e coordenador de dublês.

Sou de uma geração que aproveitou muito filmes de Van Damme o cara sempre foi fera em artes marciais, mas o meu predileto é “O Grande Dragão Branco”, onde ele interpreta Frank Dux que após ser treinado pelo pai de seu melhor amigo, vai para Hong Kong honrar o nome da família Tanaka em um torneio que acontece de 5 em 5 anos e que reúne os melhores lutadores do mundo.

Sem sombra de duvidas esse foi o filme que alavancou a carreira de Van Damme, muitas pessoas não sabem que o filme é baseado em fatos reais e que o próprio Frank Dux que coordenou os treinamentos de Jean-Claude para o filme.

Mudando de ator, muitos consideram Rock ou Rambo como os melhores filmes de Sylvester Stallone.

Sou fã de “O Demolidor” filme estrelado por Stallone em 1996 que tem no elenco também Sandra Bullock e Wesley Snipes.

Los Angeles, 1996. John Spartan (Sylvester Stallone), um famoso policial conhecido como "O Demolidor", ao prender Simon Phoenix (Wesley Snipes), um psicopata, acaba sendo preso também, pois durante a operação trinta reféns civis morreram apesar de não ter sido esta a intenção de Spartan.

 Ele é então injustamente condenado a ser criogenicamente congelado por setenta anos e, ironicamente, Phoenix está congelado da mesma forma. Após trinta e seis anos, Los Angeles se tornou San Angeles (após ter se unido a Santa Barbara e San Diego, em 2011) e o crime é nulo.

 Lenina Huxley (Sandra Bullock), uma policial que tem uma fascinação nostálgica pela cultura do século XX, acha tudo isto um tédio, mas esta monotonia logo acabará, pois ao se apresentar para a entrevista que concede condicional Phoenix foge dos grilhões que o prendiam, dizendo "Teddy Bear", o código que abria as algemas, e comete quatro assassinatos, incluindo Warden William Smithers, o diretor do presídio.

 Lenina então sugere que Spartan seja descongelado para capturar Phoenix. Inicialmente George Earle (Bob Gunton), o chefe do departamento de polícia, é contra, mas Zachary Lamb (Grand L. Bush), um veterano policial, dá um argumento irrefutável ao dizer que Phoenix é um criminoso à moda antiga e assim um tira do mesmo jeito é o ideal.

Spartan é então libertado, mas ninguém poderia imaginar que o responsável pela fuga de Phoenix foi o criador do estilo de vida de San Angeles, Raymond Cocteau (NIgel Hawthorne), o "benevolente" prefeito-governador, que pensa em usar Phoenix para matar Edgar Friendly (Denis Leary), o líder dos rebeldes subterrâneos.

 Assim, é com relutância que Cocteau concorda que, mais uma vez Spartan cace seu antigo inimigo, mas algo deve ser feito rápido, pois até aquele momento Phoenix já tinha feito onze vítimas. Porém, mesmo assim, Cocteau crê que poderá controlar Phoenix.

O filme é cheio de ação e tem seus momentos cômicos além de uma grande atuação de Stallone.

E por fim da matéria desta semana vou citar Arnold Schwarzenegger que junto com Stallone foram os grandes nomes de ação dos anos 80.

Creio que é quase unanime que o melhor filme do Governador é “O Exterminador do Futuro”.

Mas faço uma ressalva que este não o único grande filme dele “True Lies”,O Vingador do Futuro”,Queima de Arquivo”, “Conan, o Bárbaro” são só alguns que me lembro agora, também acho interessante a capacidade de atuação de Schwarzenegger, todos os filmes mencionados acima são de ação, mas ele também atuou em filmes de comedia que gosto muito tais como “Um Tira no Jardim de Infância”,Junior”, “Um Herói de Brinquedo” e” Irmãos Gêmeos”.

Vamos voltar ao Exterminador, todos sabem da sinopse do filme, mas não custa relembrar, No futuro, andróides dominam a Terra e exterminam boa parte da população. Um foco da resistência humana enfrenta as máquinas praticamente indestrutíveis.

 Enviado ao passado, um destes cyborgs (Arnold Schwarzenneger) deverá eliminar Sarah Connor (Linda Hamilton), mulher que dará luz ao futuro lí­der dos humanos rebeldes. Sarah recebe a proteção de Kyle Reese (Michael Biehn), um combatente vindo também do futuro para assegurar que ela sobreviva.

Essa é a trama do primeiro longa da serie Exterminador do Futuro, em minha humilde opinião o segundo filme é o melhor de todos, e tem a clássica frase do Exterminador “ Hasta La vista, Baby”.

A serie de Exterminador do Futuro deu tão certo que até rendeu um seriado “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”.

Bom galera por hoje é só, semana que vem daremos continuidade com esta coluna falando dos demais atores de Os Mercenários 2, e não deixem de comentar qual o melhor filme desse atores para vocês?

Abraço.





Fala galera!

Domingo como vocês bem sabem é o dia do cinema aqui na GeraW, portanto chega de conversa fiada e vamos ao que interessa.

Na ultima sexta-feira (17) chegou às telonas nacionais “O vingador do Futuro”, nesta nova produção existem pequenas alterações com a produção original dos anos 90 estrelada pelo superastro Arnold  Schwarzenegger.
Quem assume o personagem principal é Colin Farrell, que disputou o papel com Tom Hardy e Michael Fassbender, ou seja, já começamos errado.
Farrell não é o ator que mais me agrada, mas admito que ele se entrega aos seus personagens, portanto pode ser positivo sua atuação.  No elenco temos as belíssimas Kate Beckinsale e Jessica Biel.
O roteiro base da produção é quase o mesmo do original - em um futuro distante o operário Douglas Quaid vive uma vida dura, mas honesta ao lado da bela Lori, sua esposa. Tudo transcorre normalmente em sua vida e rotina até ele resolver sair um pouco da mesmice e usar os serviços da Rekall, uma empresa que vende pacotes de memória, fazendo com que o cidadão comum possa experimentar de uma vida diferente por alguns créditos. Infelizmente alguma coisa dá errada e ele se torna um homem procurado pela polícia e também por sua esposa. A linha entre fantasia e realidade fica distorcida e o destino de seu mundo fica na balança enquanto Quaid descobre sua verdadeira identidade.
Uma diferença básica na produção é que desta vez toda a trama se passa na Terra e não em Marte, e a grande pergunta do original era entre a realidade e a fantasia, coisa que o atual filme desvenda com mais rapidez, uma pena com certeza.
O filme presta algumas homenagens à produção original com algumas cenas que lembram bastante à versão anterior - a cena da prostituta com três seios o desembarque na estação da "Queda" e os diálogos entre Quaid e seus amigos são os momentos em que isto fica mais claro.
Obviamente a grande vantagem do remake para o original é a qualidade dos efeitos especiais que é muito superior. O elenco desta nova produção é melhor no papel do que o original (com exceção do papel do protagonista), mas é muito mal aproveitado; os talentosos Bryan Cranston e Bill Nighy não passam mais do que 5 minutos em cena.
Enfim é conferir e tirar as próprias conclusões, claro que só nós que temos mais de 20 anos que vamos ver a diferença (risos).



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