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Overdose: O Serial Killer das estrelas


Vida agitada, rotina árdua e cansativa. Shows e mais shows, viagens intermináveis, turnês longas, fãs, campanhas publicitárias, festas, eventos. O dia a dia de artistas do mundo da música não é fácil, exige disposição, dedicação, além de preparo físico e psicológico. Na maratona de apresentações e compromissos, drogas lícitas e ilícitas começam a aparecer, seja por indicação ou por necessidade, na busca de energia ou para amenizar dores e o cansaço.

Nessa triste realidade, o mundo da música já teve que dar adeus à diversos talentos que partiram cedo demais, deixando saudade e uma pergunta: até que ponto a vida artística é culpada? Quando casos como estes serão extinguidos?

Hoje vamos relembrar algumas destas pessoas que partiram, mas que continuam vivas na música.

Elvis Presley: O grande Rei do Rock nos deixou em 16 de agosto de 1977, com causa da morte identificada como overdose de remédios para dormir e para dor. Há quem acredite que foi tudo uma grande farsa e que o conquistador de mulheres está vivo, morando em uma fazendo escondida em algum canto da Argentina...

Elis Regina: A dama da MPB, dona de uma voz marcante, fez o dia 19 de janeiro de 1982 amanhecer cinzento e triste. A bela cantora faleceu após overdose de cocaína e bebidas alcoólicas. Em seu velório, mais de 25 mil pessoas estiveram presentes.

James Honeyman-Scott: O guitarrista da banda The Pretenders foi encontrado morto no dia 16 de junho de 1982, após uma mistura fatal de heroína e cocaína.

Mike Star: Baixista original do grupo Alice in Chains, morreu aos 44 anos de idade. Segundo pessoas próximas ao cantor, a causa da morte foi uma combinação excessiva de metadona, combinada com medicamentos antidepressivos.

Jimmy Hendrix: Considerado um dos melhores guitarristas da história, Johnny Allen Hendrix, que também era cantor e compositor, morreu aos 27 anos em setembro de 1970, em decorrência de uma overdose, sufocado pelo próprio vômito.

Janis Joplin: A garota do Rock n' Roll dos anos 60, morreu também aos 27 anos, no auge de sua carreira, vítima de overdose de heroína combinada com bebidas alcoólicas.

Paul Gray: O baixista da banda Slipknot foi encontrado morto no dia 24 de março de 2010, após injetar doses de morfina e de fentanyl.

Amy Winehouse: Impossível não lembrar da diva de cabelos negros e timbre inconfundível e de sua despedida tão precoce. Amy faleceu no dia 23 de julho de 2011, após consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Jim Morrison: Os motivos que levaram o vocalista do The Who à morte ainda são um mistério, mas há quem diga que a causa foi uma parada cardíaca causada por quantidade excessiva de heroína.

Michael Jackson: O rei do Pop morreu às vésperas da estreia de sua turnê “This is it”, após injetar grande quantidade de propofol no organismo. A autópsia ainda revelou que outras substâncias medicamentosas estavam em seu sangue.
Além destes, outros artistas como Sid Vicious (baixista da banda Sex Pistols), Kristen Pfaff (baixista da banda Hole), Bradley Nowell (guitarrista e vocalista da banda Sublime), Layne Staley (vocalista da banda Alice in Chains), Hillel Slovak (guitarrista da formação original do Red Hot Chilli Peppers) e Whitney Houston deixaram nosso mundo musical mais carente após overdoses, principalmente por combinações excessivas de drogas.

Assim como eles, milhares de pessoas morrem devido ingestão excessiva de drogas, remédios e bebidas alcoólicas. Quando isso vai terminar?

Que fãs e admiradores destes ícones continuem a divulgar os belos trabalhos feitos por seus ídolos e que fique a lição, para quem sabe num futuro próximo, tenhamos boas histórias para contar sobre nossos ícones, sem ter que sentir a saudade da separação precoce, causada pela overdose.

E para terminar,  nossa eterna Amy Winehouse, com Rehab.

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